Artroplastia total do quadril
Leitura econômica do procedimento
Resumo do produto
| Elemento | Referência do produto |
|---|---|
| O que é o produto | Custo de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital |
| Base técnica | Base técnica Evodux de artroplastia total do quadril · versão 2.1 · data-base out/2026 |
| Procedimento | Artroplastia total primária unilateral do quadril, eletiva, por via posterior, com prótese não cimentada |
| Código TUSS | 30724058 · Artroplastia (qualquer técnica ou versão de quadril), tratamento cirúrgico |
| Especialidade | Ortopedia e traumatologia |
| Escopo hospitalar | Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída |
| Honorários médicos | Não incluídos no custo hospitalar (cirurgião ortopedista, auxiliares e anestesiologista) |
| Preço de referência Evodux | R$ 37.965,11 (apartamento standard) · R$ 34.534,22 (enfermaria) |
| Permanência | 2 diárias de acomodação, alta prevista em até 48 horas da admissão; UTI não programada |
| OPME principal | Conjunto de prótese total primária não cimentada: componente acetabular poroso, 2 parafusos, liner XLPE, cabeça cerâmica 32 mm e haste femoral (R$ 23.453,53) |
| Código e data-base | EVX-ORT-ATQ-01-CPH · versão 2.1 · data-base out/2026 |
Como utilizar este produto
Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.
Verifique se os pacientes do hospital correspondem à artroplastia total primária, unilateral e eletiva do quadril, com prótese não cimentada, sem UTI programada e com alta em até 48 horas, que serve de referência ao custo.
Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.
Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.
Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.
Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.
Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.
Origem de cada informação
Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado e nunca como zero.
Caso índice clínico
Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.
| Premissa | Caso índice Evodux |
|---|---|
| Paciente de referência | Adulto; sexo masculino utilizado exclusivamente como referência de modelagem; ASA I ou II |
| Peso / altura / IMC | 70 kg / 1,75 m / 22,9 kg/m² |
| Condição clínica | Doença degenerativa do quadril com indicação de artroplastia total primária; procedimento eletivo; paciente clinicamente estável |
| Comorbidades | Sem comorbidade relevante capaz de modificar materialmente a jornada-base; sem uso prévio de anticoagulante; sem disfunção renal ou hepática relevante |
| Procedimento | Artroplastia total primária unilateral do quadril, eletiva, por via posterior, com reparo da cápsula posterior e dos rotadores externos [C1][P4] |
| Código de referência | TUSS 30724058 · Artroplastia (qualquer técnica ou versão de quadril), tratamento cirúrgico |
| Técnica anestésica | Anestesia neuraxial como técnica de referência quando clinicamente adequada [A3]: raquianestesia com bupivacaína hiperbárica por agulha 25G ponta de lápis e sedação venosa titulada (fármaco, agulha e sedação são premissas de modelagem); anestesia geral permanece alternativa conforme avaliação anestésica |
| Técnica do procedimento | Decúbito lateral; via posterior; osteotomia do colo femoral; fresagem acetabular e implantação de componente acetabular não cimentado com até 2 parafusos; liner de polietileno altamente reticulado; preparo femoral com raspas e haste não cimentada; cabeça cerâmica de 32 mm; reparo capsular [C1]; fechamento por planos, sem dreno. Fixação não cimentada e par tribológico são premissas de modelagem, sem fonte específica no produto; a via posterior está entre as vias consideradas pela diretriz [P4] e a ausência de dreno de rotina segue a recomendação de recuperação acelerada [P1]. A decisão de via, implante, tamanho, offset e par tribológico permanece do cirurgião. |
| Profilaxia antibiótica | Cefazolina 2 g por via venosa em dose única, até 60 minutos antes da incisão [A4][C2] |
| Conservação sanguínea | Ácido tranexâmico venoso [P1][P4]; esquema de 1 g antes da incisão e 1 g no fechamento adotado como premissa de modelagem. A dose tópica associada prevista pela diretriz NICE não está incluída na configuração precificada |
| Prevenção de tromboembolismo | Profilaxia mecânica e farmacológica conforme a política local [P1]: meia antiembolia, deambulação precoce e anticoagulante [P3]. Rivaroxabana 10 mg uma vez ao dia é premissa de modelagem, com a primeira dose após a cirurgia respeitando o intervalo da punção neuraxial [A6] |
| OPME | 1 conjunto de prótese total primária não cimentada: componente acetabular poroso, até 2 parafusos acetabulares, liner XLPE, cabeça femoral cerâmica 32 mm e haste femoral não cimentada |
| UTI | Não programada; zero diária de UTI no caso índice |
| Permanência prevista | 2 diárias em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 48 horas da admissão |
Jornada e permanência do caso índice
| Etapa | Caso índice Evodux |
|---|---|
| Admissão | No dia da cirurgia, em jejum conforme o protocolo anestésico [A2], com exames e avaliação pré-anestésica prévios fora deste custo. Rastreio e descolonização de S. aureus, quando adotados pela instituição, ocorrem antes da internação e ficam fora deste custo [C2] |
| Sala cirúrgica | Até 2,5 horas, da entrada na sala à saída: raquianestesia e sedação, posicionamento em decúbito lateral, antissepsia, artroplastia, fechamento e curativo |
| Recuperação (RPA) | Até 2 horas após a cirurgia, com monitorização até a regressão do bloqueio e os critérios institucionais de alta da recuperação |
| Unidade de internação | Apartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal [P2], profilaxia de náusea, profilaxia de tromboembolismo [P3], mobilização precoce [P1] com fisioterapia a partir do dia da cirurgia, quando possível [P4], hemograma e radiografia pós-operatórios |
| UTI | Não programada. Transferência somente por intercorrência (instabilidade hemodinâmica, sangramento, evento cardiorrespiratório ou tromboembólico), tratada como evento fora do caso índice |
| Alta | Premissa de custeio: alta em até 48 horas da admissão. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: dor controlada por analgesia oral, deambulação segura com auxílio, ferida sem sangramento ativo, sem sinais de complicação, aceitando dieta e com diurese espontânea, com orientações e retorno ambulatorial (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diárias são premissas econômicas, não critérios de alta. |
| Total do episódio | 2 diárias de acomodação · 0 diária de UTI · 2,5 horas de sala · 2 horas de recuperação |
Como o caso índice deve ser usado
O caso índice é a referência do custo deste produto: artroplastia total primária, unilateral e eletiva do quadril, com prótese não cimentada e par cerâmica em polietileno altamente reticulado, em paciente sem comorbidade relevante, sem UTI programada e com permanência de até duas diárias. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.
Artroplastia de revisão, conversão de artroplastia parcial ou de osteossíntese, artroplastia bilateral, artroplastia por fratura do colo femoral, prótese cimentada ou híbrida, dupla mobilidade, par cerâmica em cerâmica, enxerto ósseo ou reconstrução acetabular, UTI programada ou permanência prevista acima de duas diárias descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.
Protocolo anestésico
Raquianestesia com sedação do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Avaliação e preparação | Confirmar o enquadramento no caso índice, o jejum e o plano anestésico; puncionar acesso venoso periférico. | Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum conforme a diretriz da ASA, com líquidos claros com carboidrato até 2 horas antes em adultos saudáveis [A2]. |
| Monitorização | Monitorar oxigenação, ventilação e circulação durante toda a anestesia e a temperatura, pela variação prevista nesta cirurgia [A1]. | Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva e temperatura. Oxigênio por cateter nasal durante a sedação. A capnografia de amostragem lateral, quando usada, e o sensor de temperatura estão presumidos na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital. |
| Prevenção de hipotermia | Aquecer ativamente o paciente durante o procedimento e monitorar a temperatura. | Manta térmica descartável para aquecimento por ar forçado. Normotermia perioperatória [C2]; monitorização da temperatura [A1]. O dispositivo de aquecimento é premissa de custeio, a confirmar pela instituição. O corrigendum de 2020 do consenso ERAS retirou a não recomendação do aquecimento por ar forçado; permanece a recomendação de manter normotermia por aquecimento ativo [P1]. |
| Raquianestesia | Posicionar, realizar antissepsia e puncionar o espaço subaracnóideo com agulha de ponta de lápis; injetar anestésico local hiperbárico. | Agulha 25G ponta de lápis, bupivacaína hiperbárica 0,5% (uma ampola de 4 mL por paciente; a dose administrada é definida pelo anestesiologista), luva estéril e clorexidina alcoólica. Anestesia neuraxial como técnica de referência [A3]. |
| Sedação | Titular sedação venosa para conforto durante o procedimento. | Midazolam, propofol e fentanila em doses tituladas pelo anestesiologista. |
| Profilaxia antibiótica | Administrar cefazolina 2 g por via venosa em até 60 minutos antes da incisão. | Cefazolina 1 g, 2 frascos, precificados no protocolo do procedimento [A4]. |
| Profilaxia de náusea e vômito | Associar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) conforme o risco do paciente. | Dexametasona e ondansetrona [A5][P1]. A dexametasona também integra a analgesia multimodal [P2]. |
| Hipotensão após o bloqueio | Tratar hipotensão arterial associada ao bloqueio neuraxial, quando presente. | Efedrina, uso condicional; uma ampola como premissa econômica, sem fonte específica no produto. |
| Hidratação | Manter reposição volêmica durante a cirurgia, evitando hiper e hipo-hidratação [P1]. | Ringer com lactato, 3 frascos de 500 mL como premissa econômica. |
Suporte ao procedimento
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Conservação sanguínea | Administrar ácido tranexâmico venoso antes da incisão e no fechamento. | Ácido tranexâmico, precificado no protocolo do procedimento [P1][P4]. O esquema de doses é premissa de modelagem. |
| Fim do procedimento e transferência | Revisar a analgesia, conferir a regressão inicial do bloqueio e transferir o paciente para a recuperação. | Seringas e agulhas de preparo. |
Precificação do protocolo anestésico
Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Referências bibliográficas do protocolo anestésico
Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.
Configuração anestésica e aderência bibliográfica
Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.
Protocolo do procedimento
Artroplastia total primária do quadril do caso índice descrita pelo que será feito, como e com quais recursos.
Preparo, antissepsia e campos
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Posicionamento | Posicionar o paciente em decúbito lateral, com apoios pélvicos e proteção das proeminências ósseas. | Placa dispersiva do bisturi elétrico. Posicionadores reutilizáveis da estrutura da sala. |
| Remoção de pelos | Remover pelos somente quando necessário, com tricotomizador elétrico, sem lâmina de barbear. | Lâmina descartável de tricotomizador, uso condicional [C2]. |
| Antissepsia | Degermar e aplicar antisséptico alcoólico no quadril e no membro inferior. | Clorexidina degermante 2% e clorexidina alcoólica 0,5% [C2]. A concentração alcoólica adotada é premissa de modelagem; validar com o controle de infecção. |
| Campos e paramentação | Degermar as mãos, paramentar a equipe e montar o campo estéril com cobertura do membro. | Escovas de degermação, aventais, luvas, campos estéreis e malha tubular ortopédica. |
| Profilaxia e conservação sanguínea | Confirmar a cefazolina antes da incisão e administrar a primeira dose de ácido tranexâmico. | Cefazolina 2 g [A4][C2]; ácido tranexâmico 1 g, premissa de modelagem [P4]. |
Acesso, preparo acetabular e femoral
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Acesso posterior | Incisar a pele, abrir a fáscia, liberar os rotadores externos e a cápsula posterior, preservando-os para o reparo [C1]. | Lâmina de bisturi nº 23, caneta de eletrocautério, compressas, gaze e aspiração. |
| Luxação e osteotomia | Luxar o quadril e realizar a osteotomia do colo femoral conforme o planejamento. | Lâmina de serra oscilante e instrumental reutilizável. |
| Preparo e implantação acetabular | Fresar o acetábulo progressivamente, impactar o componente acetabular não cimentado e fixar com parafusos quando necessário; acoplar o liner. | Componente acetabular poroso, até 2 parafusos e liner XLPE. |
| Preparo femoral e provas | Abrir o canal femoral, preparar com raspas e realizar redução de prova, avaliando estabilidade, comprimento e offset. | Raspas, componentes de prova e instrumental reutilizável. |
| Implantação definitiva | Inserir a haste não cimentada e a cabeça cerâmica, reduzir o quadril e confirmar a estabilidade. | Haste femoral não cimentada e cabeça cerâmica 32 mm. |
Reparo, fechamento e curativo
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Irrigação e hemostasia | Irrigar o campo, revisar a hemostasia e administrar a segunda dose de ácido tranexâmico. | Soro fisiológico 0,9%, aspiração e eletrocautério; ácido tranexâmico 1 g, premissa de modelagem [P4]. |
| Reparo posterior | Reparar a cápsula posterior e os rotadores externos [C1]. | Fio poliglactina 910 nº 1. O fio adotado é premissa de modelagem. |
| Fechamento por planos | Fechar fáscia, subcutâneo e pele, sem dreno. | Poliglactina 910 nº 1, fio absorvível trançado 2-0 e náilon 3-0. Sem dreno de rotina [P1]. |
| Curativo e transferência | Aplicar curativo estéril e enfaixamento e transferir o paciente para a recuperação. | Curativo de espuma com borda de silicone e atadura de crepe. |
Precificação do protocolo do procedimento
Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Precificação da OPME
Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
- Variação de marca na mesma categoria técnica
- Tamanho, offset e comprimento de colo conforme o planejamento
- Uso de nenhum, um ou dois parafusos acetabulares
- Componente de dupla mobilidade ou par cerâmica em cerâmica
- Prótese cimentada ou híbrida, cimento ósseo e restritor
- Componentes de revisão, hastes longas ou modulares especiais
- Enxerto ósseo, anéis ou telas de reconstrução acetabular
- Parafusos além de dois
Composição detalhada da OPME padrão
| Componente | Qtd. | Especificação de referência | Linha de custo |
|---|---|---|---|
| Componente acetabular não cimentado | 1 | Componente acetabular hemisférico de fixação biológica (press-fit), com superfície porosa, com orifícios para parafusos; diâmetro conforme o planejamento; registro na ANVISA | Componente acetabular não cimentado poroso |
| Parafuso acetabular | 2 | Parafuso de esponjosa para fixação acetabular, comprimento conforme o planejamento; uso conforme a estabilidade obtida | Parafuso acetabular de fixação |
| Liner acetabular | 1 | Inserto de polietileno altamente reticulado (XLPE), compatível com o componente acetabular e com a cabeça de 32 mm | Liner de polietileno altamente reticulado (XLPE) |
| Cabeça femoral | 1 | Cabeça de cerâmica de 32 mm, cone 12/14, comprimento de colo conforme as provas | Cabeça femoral cerâmica 32 mm, cone 12/14 |
| Haste femoral | 1 | Haste femoral primária não cimentada, de fixação biológica, tamanho e offset conforme o planejamento | Haste femoral primária não cimentada |
Cada componente é uma linha de custo; o subtotal acima é o conjunto padrão do caso índice.
Como interpretar a OPME padrão
A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: prótese total primária não cimentada com componente acetabular poroso, liner de polietileno altamente reticulado, cabeça cerâmica de 32 mm e haste não cimentada. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.
Variação de marca dentro da mesma categoria, de tamanho e de offset não altera o custo de referência de forma material. Dupla mobilidade, par cerâmica em cerâmica, configuração cimentada ou híbrida, componentes de revisão e materiais de reconstrução representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.
As referências do produto não definem marca, modelo, fixação ou par tribológico. Esta é a configuração Evodux adotada para modelagem técnico-econômica do caso índice; alternativas clinicamente adequadas podem ser avaliadas conforme equivalência e justificativa, com o custo recalculado no protocolo institucional.
Referências bibliográficas do protocolo do procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.
Protocolo pós-procedimento
O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Recuperação após a cirurgia (RPA) | Manter monitorização até a regressão do bloqueio e os critérios institucionais de alta da recuperação; transferir para a unidade de internação. | Monitorização, oxigênio quando necessário e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital. |
| Analgesia multimodal | Manter analgésico e anti-inflamatório em horário fixo e opioide apenas como resgate. | Dipirona 1 g a cada 6 horas e cetoprofeno 100 mg venoso a cada 12 horas por 2 dias; tramadol como resgate. Analgesia multimodal com anti-inflamatório e opioide de resgate [P2]; a dipirona substitui o paracetamol como escolha da prática brasileira, sem fonte específica no produto. |
| Náusea e vômito | Tratar náusea com antiemético de resgate, quando presente. | Se ocorrer náusea ou vômito apesar da profilaxia, selecionar resgate de classe diferente das classes já utilizadas, segundo avaliação anestésica [A5]. A ondansetrona desta configuração é uma premissa econômica e não representa automaticamente o resgate apropriado após falha da ondansetrona profilática. A alternativa institucional deve ter apresentação, quantidade e custo definidos antes de considerar esse fluxo de resgate integralmente custeado. Esta indicação econômica não substitui nem restringe a decisão assistencial. |
| Hidratação e administração venosa | Manter acesso e diluir os medicamentos venosos até a aceitação da dieta. | Soro fisiológico 0,9% 250 mL, equipos, seringas e agulhas. |
Internação, alta e continuidade assistencial
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Prevenção de tromboembolismo | Manter meia antiembolia, estimular deambulação precoce e iniciar rivaroxabana após a cirurgia, respeitando o intervalo da punção neuraxial. | Profilaxia mecânica e farmacológica [P1][P3]: meia elástica antiembolia 7/8 e rivaroxabana 10 mg, 2 doses na internação, como premissa de modelagem; intervalo da punção conforme a diretriz de anestesia regional [A6]. A continuidade após a alta é prescrita pelo médico assistente e fica fora deste custo. |
| Mobilização e fisioterapia | Iniciar a mobilização no dia da cirurgia e treinar marcha e transferências antes da alta. | Fisioterapia hospitalar: mobilização o mais cedo possível [P1], no dia da cirurgia quando possível [P4]. Duas sessões como premissa de custeio. |
| Controle pós-operatório | Realizar hemograma e radiografia pós-operatória do quadril durante a internação. | Hemograma completo e radiografia de bacia e quadril, uma vez cada. Premissa econômica de rotina institucional, sem fonte específica no produto. |
| Dieta | Liberar dieta assim que o paciente estiver acordado e sem náusea. | Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação [P1]. |
| Avaliação de alta | Verificar dor, deambulação, ferida, sinais de complicação, aceitação da dieta e diurese, e entregar as orientações de alta. | Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico. |
| Continuidade após a alta | Orientar precauções com o quadril, cuidados com a ferida, anticoagulação prescrita, reabilitação e retorno ambulatorial, fora deste custo hospitalar. | Plano de alta e seguimento. |
Precificação do protocolo pós-procedimento
Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.
Custo do procedimento
Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.
Custos operacionais hospitalares
A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.
Custeio do hospital
Tempos e permanência do caso índice
Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.
Modo simplificado
No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.
Resultado do custeio operacional
Acomodação
A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.
Composição de preço do procedimento
Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.
Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .
Precificação do procedimento
Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.
Identificação do procedimento
Premissas de preço do hospital
Composição do preço
Preço por margem
Posicionamento do preço
Preço de tabela do hospital
Códigos TUSS dos itens
Fórmulas aplicadas
Custo do hospital × referência Evodux
Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.
Estrutura do custo: referência Evodux × hospital
Base dos Benchmarks Evodux
Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.
Como o benchmark é construído
Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.
- Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
- Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
- Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
- Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
- Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.
Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3
Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.
Posição da proposta e do custo do hospital
Critérios dos perfis P1, P2 e P3
A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.
Conta hospitalar atual
Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.
Ou informe as médias do faturamento
Médias do período analisado
Composição média da conta faturada
Análise econômica da operação atual
Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.
Pacote particular do procedimento
Orçamento da artroplastia total do quadril para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.
1. Custos-base do hospital
| Grupo | Base de cálculo | Custo unitário (R$) | Origem |
|---|---|---|---|
| Taxa de sala | Custo-hora da sala cirúrgica | ||
| Diária · Apartamento standard | Custo da diária | ||
| Diária · Enfermaria | Custo da diária | ||
| Materiais e medicamentos | Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento | ||
| OPME padrão | Configuração do caso índice | ||
| Exames e avaliação antes do procedimento | Hospital |
2. Proteção contra intercorrências
3. Premissas de preço do hospital
4. Três opções para o paciente
5. Condições de pagamento
6. Comparação com a conta aberta do hospital
7. Condições do pacote e adicionais
Não incluído no pacote
Preço dos adicionais
8. Orçamento para o paciente
9. Projeção
10. Referências de preço particular e de mercado
Fórmulas aplicadas
Análise de conta do procedimento
Transforme contas hospitalares reais da artroplastia total do quadril em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.
Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT
Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.
Como a leitura funciona
XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.
Pacote proposto pela operadora
Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.
Conta aberta × pacote
O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.
Volume
Preço, margem e ponto de equilíbrio
O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.
Margem-alvo
Faixa de negociação
A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.
Cenários e sensibilidade
Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.
Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador
Risco econômico do pacote
No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.
Variabilidade do custo por episódio
Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.
Preparação para negociação
Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.
Cláusulas a pactuar
Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.
Roteiro de implantação
Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.
Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.
Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.
Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.
Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.
Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.
Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.
Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.
Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.
Papéis e responsabilidades
| Área | Responsabilidade na implantação |
|---|---|
| Direção executiva | Patrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante. |
| Direção técnica / clínica | Coordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional. |
| Coordenação de ortopedia | Valida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação. |
| Anestesiologia | Valida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados. |
| Enfermagem do centro cirúrgico e da internação | Valida tempos, RPA, rastreabilidade dos componentes da prótese, cuidados com a ferida operatória, mobilização e rotinas de alta. |
| Farmácia e suprimentos | Parametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição. |
| Controladoria e custos | Informa custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado. |
| Faturamento | Parametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens. |
| Qualidade e segurança do paciente | Acompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento. |
| Relacionamento com operadoras | Conduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente. |
Entregas mínimas da implantação
Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.
Governança clínica
Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.
Comitê de governança clínica do protocolo
O que a governança clínica acompanha
| Tema | O que observar | Onde no produto |
|---|---|---|
| Aderência ao caso índice | Episódios custeados como artroplastia total primária do quadril que não correspondem ao caso índice (revisão, fratura, bilateral, configuração cimentada). | |
| Aderência ao protocolo | Utilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência. | |
| Tempos e permanência | Tempo de sala acima de 2,5 h, recuperação acima de 2 h e permanência acima de 2 diárias. | |
| OPME | Dupla mobilidade, par cerâmica em cerâmica, configuração cimentada ou híbrida, componentes de revisão, parafusos além de dois e materiais de reconstrução, com justificativa. | |
| Qualidade e segurança | Luxação, infecção do sítio cirúrgico, fratura periprotética, transfusão, tromboembolismo venoso, reabordagem, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento. |
Registro de decisões da governança clínica
Aprovação de protocolo divergente
O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.
Primeiro, classificar a divergência
Fluxo de aprovação
- Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
- Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
- Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
- Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
- Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
- Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v2.1, com data, alterações realizadas e responsável.
- Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
- Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Solicitações de mudança de protocolo
Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.
Protocolo institucional
A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Base técnica Evodux de artroplastia total do quadril v2.1. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.
Identificação da versão
Alterações em relação à referência Evodux
Onde editar
Indicadores
Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.
Eventos assistenciais do período
Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.
Previsto × realizado
Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.
Dashboards
Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.
Metodologia de precificação Evodux
Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.
- Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
- Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
- Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
- Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
- Consolidação do custo do procedimento.
- Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
- Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
- Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
- Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.
Camada econômica do hospital
- Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux de artroplastia total do quadril v2.1).
- Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
- Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
- Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
- Custo hospitalar total do episódio.
- Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
- Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
- Contexto de mercado pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
- Cenários, variabilidade, risco e volume.
- Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.
Fórmulas
| Grandeza | Fórmula |
|---|---|
| Receita líquida | Faturamento − glosas e ajustes |
| Resultado | Receita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses |
| Margem | Resultado ÷ receita líquida |
| Preço de equilíbrio | Custo ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)] |
| Preço para margem-alvo | Custo ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita) |
| Sala cirúrgica no procedimento | Tempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60) |
| RPA no procedimento | Tempo de RPA × custo-hora RPA |
| Internação | Permanência × custo paciente-dia |
| Equipamento | [(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento |
| Referência Evodux simplificada | 5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação) |
Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 30.884,62, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 37.965,11 em apartamento standard.
Proteção de dados
O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Os dados informados ficam armazenados no navegador do usuário e só são transferidos quando exportados por ele. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.
Disclaimer e limitações
Premissas, limitações e condições de uso.
Índice de referências
Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.
| Código | Escopo | Referências |
|---|---|---|
| A1-A6 | Protocolo anestésico | ASA monitorização básica · ASA jejum pré-operatório 2023 · ICAROS 2019, anestesia na artroplastia · Profilaxia antimicrobiana em cirurgia 2013 · Quarto consenso de náusea e vômito 2020 · ASRA 2025, anestesia regional e antitrombóticos |
| C1-C2 | Protocolo do procedimento | Kwon 2006, via de acesso e luxação · SHEA/IDSA 2022, prevenção de infecção do sítio cirúrgico |
| P1-P4 | Protocolo pós-procedimento | ERAS Society 2020, artroplastia de quadril e joelho · PROSPECT 2026, artroplastia total do quadril · ASH 2019, prevenção de tromboembolismo cirúrgico · NICE NG157 2020 |
Protocolo anestésico
Protocolo do procedimento
Protocolo pós-procedimento
Cenários salvos
Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.
Esta leitura recalcula as métricas no escopo hospitalar, preservando a referência de cada cenário. Os valores e métricas históricos originais permanecem no JSON; propostas globais com honorários exigem separação antes da comparação.
Rastreabilidade
Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.